Marconi Perillo é confirmado como primeiro vice-presidente

Brasília (3 de fevereiro) - O PSDB acredita que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), tem tudo para exercer seu mandato no biênio 2009-2010 com equilíbrio e independência. Ao cumprimentar esta tarde Marconi Perillo (GO), novo primeiro vice-presidente, e demais membros também escolhidos por consenso hoje para a Mesa, o presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), ressaltou o apoio tucano ao comando da Casa. "Não temos nada contra o presidente Sarney. Pelo contrário, só a favor. Não há nenhum líder do partido ou governador nosso que se oponha a ele", disse em plenário. Guerra ressaltou que o PSDB sabia que Sarney venceria, mas preferiu "exercitar direito de escolher a proposta explícita de mudança". O senador tucano disse que a bancada ponderou sobre os fatos, examinou detalhadamente o quadro político, ouviu a todos e "decidiu democraticamente, como sempre", apoiando a candidatura de Tião Viana (PT-AC). Para ele, não era possível ignorar o "grave problema" do mau conceito dado pela opinião pública às instituições, como Câmara e Senado. "O povo tem razão. A produção do Legislativo está aquém do desejado. Também não podemos mais aceitar que privilégios se perpetuem no Senado, com grupos que dominam a estrutura administrativa", apontou. Guerra defende ampla reforma na gestão da Casa. "O apego pelo poder da burocracia interna nada tem a ver com o Brasil real", alertou. O tucano reiterou que o partido preferiu agir com firmeza e clareza, "com olhos nas eleições de 2010", deixando claro para a população suas convicções. "Entre a briga por cargos e a política, preferimos a política", ponderou. Sua expectativa é que Sarney decida com sabedoria sobre as próximas definições no comando do Senado. "O presidente não foi eleito para enriquecer sua biografia ou obter mais poder. Não precisa nem de uma coisa nem outra. Mas pode usar da experiência como chefe do Executivo que conduziu a transição democrática para prestar um novo serviço ao país", comentou. Cícero Lucena (PB) foi escolhido como suplente de Perillo. Amanhã, o plenário resolverá o impasse para os demais cargos da Mesa, o quarto secretário e suplentes. A maior preocupação do PSDB é que seja respeitado o princípio da proporcionalidade, o que confirmaria a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) na quarta secretaria, reivindicada também pelo PR. "Fazemos alianças com partidos que têm história e não fazemos aventura", disse Guerra. FORTALECIMENTO DA IMAGEM DA CASAEm seu primeiro discurso como 1º vice-presidente do Senado, Perillo defendeu o fortalecimento da imagem da Casa, reverenciando a memória de outros políticos goianos que ocuparam o mesmo cargo, a exemplo dos ex-governadores Pedro Ludovico Teixeira, Henrique Santillo e José Feliciano Ferreira."O Senado sempre desempenhou função importante na vida dos povos das nações democráticas, exercendo grande influência nas decisões governamentais", disse o tucano, citando palavras de discurso feito em 1969 por Pedro Ludovico, quando este assumiu a primeira Vice-Presidência da Casa. O tucano disse que o discurso de Pedro Ludovico continua pertinente para os dias atuais e que as decisões do Senado devem ser tomadas com espírito de justiça, como forma de atender às reivindicações da sociedade. O parlamentar também agradeceu a bancada do PSDB e o líder Arthur Virgílio (AM) pelo voto de confiança que recebeu para ocupar um importante posto na Mesa. CENTRO OESTE REPRESENTADOPerillo recebeu cumprimentos de vários parlamentares tucanos, como Marisa Serrano (MS), Mario Couto (PA), Eduardo Azeredo (MG), Tasso Jereissati (CE) e Papaleo Paes (AP), entre outros. Primeira vice-presidente do PSDB, Marisa elogiou os entendimentos em torno da escolha da Mesa. Segundo ela, Mato Grosso do Sul sente-se representado pelos senadores Perillo e Serys Slhessarenko (PT-MT), por considerar os dois estados "como irmãos do Centro Oeste". Para a senadora, os entendimentos para a formação da Mesa mostraram que a Casa está madura e tem grande capacidade de conciliação.
Fonte: Agência Tucana Nacional

Brasília (3 de fevereiro) - O PSDB acredita que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), tem tudo para exercer seu mandato no biênio 2009-2010 com equilíbrio e independência. Ao cumprimentar esta tarde Marconi Perillo (GO), novo primeiro vice-presidente, e demais membros também escolhidos por consenso hoje para a Mesa, o presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), ressaltou o apoio tucano ao comando da Casa. "Não temos nada contra o presidente Sarney. Pelo contrário, só a favor. Não há nenhum líder do partido ou governador nosso que se oponha a ele", disse em plenário. Guerra ressaltou que o PSDB sabia que Sarney venceria, mas preferiu "exercitar direito de escolher a proposta explícita de mudança". O senador tucano disse que a bancada ponderou sobre os fatos, examinou detalhadamente o quadro político, ouviu a todos e "decidiu democraticamente, como sempre", apoiando a candidatura de Tião Viana (PT-AC). Para ele, não era possível ignorar o "grave problema" do mau conceito dado pela opinião pública às instituições, como Câmara e Senado. "O povo tem razão. A produção do Legislativo está aquém do desejado. Também não podemos mais aceitar que privilégios se perpetuem no Senado, com grupos que dominam a estrutura administrativa", apontou. Guerra defende ampla reforma na gestão da Casa. "O apego pelo poder da burocracia interna nada tem a ver com o Brasil real", alertou. O tucano reiterou que o partido preferiu agir com firmeza e clareza, "com olhos nas eleições de 2010", deixando claro para a população suas convicções. "Entre a briga por cargos e a política, preferimos a política", ponderou. Sua expectativa é que Sarney decida com sabedoria sobre as próximas definições no comando do Senado. "O presidente não foi eleito para enriquecer sua biografia ou obter mais poder. Não precisa nem de uma coisa nem outra. Mas pode usar da experiência como chefe do Executivo que conduziu a transição democrática para prestar um novo serviço ao país", comentou. Cícero Lucena (PB) foi escolhido como suplente de Perillo. Amanhã, o plenário resolverá o impasse para os demais cargos da Mesa, o quarto secretário e suplentes. A maior preocupação do PSDB é que seja respeitado o princípio da proporcionalidade, o que confirmaria a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) na quarta secretaria, reivindicada também pelo PR. "Fazemos alianças com partidos que têm história e não fazemos aventura", disse Guerra. FORTALECIMENTO DA IMAGEM DA CASAEm seu primeiro discurso como 1º vice-presidente do Senado, Perillo defendeu o fortalecimento da imagem da Casa, reverenciando a memória de outros políticos goianos que ocuparam o mesmo cargo, a exemplo dos ex-governadores Pedro Ludovico Teixeira, Henrique Santillo e José Feliciano Ferreira."O Senado sempre desempenhou função importante na vida dos povos das nações democráticas, exercendo grande influência nas decisões governamentais", disse o tucano, citando palavras de discurso feito em 1969 por Pedro Ludovico, quando este assumiu a primeira Vice-Presidência da Casa. O tucano disse que o discurso de Pedro Ludovico continua pertinente para os dias atuais e que as decisões do Senado devem ser tomadas com espírito de justiça, como forma de atender às reivindicações da sociedade. O parlamentar também agradeceu a bancada do PSDB e o líder Arthur Virgílio (AM) pelo voto de confiança que recebeu para ocupar um importante posto na Mesa. CENTRO OESTE REPRESENTADOPerillo recebeu cumprimentos de vários parlamentares tucanos, como Marisa Serrano (MS), Mario Couto (PA), Eduardo Azeredo (MG), Tasso Jereissati (CE) e Papaleo Paes (AP), entre outros. Primeira vice-presidente do PSDB, Marisa elogiou os entendimentos em torno da escolha da Mesa. Segundo ela, Mato Grosso do Sul sente-se representado pelos senadores Perillo e Serys Slhessarenko (PT-MT), por considerar os dois estados "como irmãos do Centro Oeste". Para a senadora, os entendimentos para a formação da Mesa mostraram que a Casa está madura e tem grande capacidade de conciliação.
Fonte: Agência Tucana Nacional
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