sexta-feira, 15 de outubro de 2010

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Senadores do PSDB e do DEM conseguem articular a CPI da Petrobrás...


BRASÍLIA - foi aberta nesta sexta-feira às 9h04, com a presença de quatro senadores: o vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO); o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM); Sérgio Guerra (PSDB-PE); e Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) . Logo depois, chegou o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).


Sen. Marconi Perillo informou que conversou na quinta-feira à noite com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Segundo ele, Sarney admitiu que a leitura do requerimento é regimental.
- O Parlamento é um dos pilares da democracia. E um dos pilares basilares do parlamento, por consequência do Senado, é o principio da fiscalização. É dever do Parlamento apurar toda e qualquer denúncia de irregularidade envolvendo qualquer um dos poderes - disse Pirillo
O senador Mozarildo Cavalcanti leu o requerimento para criação da CPI protocolado pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR) na quarta-feira, e, inclusive, o pedido de CPI da Petrobras encabeçada pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP). Na sessão, também foram lidos os pedidos para criação de comissão de inquérito para investigação no ensino básico e na Amazônia.
Os tucanos se revezaram na tribuna do Senado defendendo a criação da CPI e criticando o "terrorismo" que esta sendo feito pelos governistas ao justificarem que a investigação da Petrobras poderia prejudicar a empresa, principalmente no exterior.
- A CPI que queremos não muda curso nenhum. Queremos investigar o loteamento político da Petrobras. Desejamos que a Petrobras seja preservada, não seja partidarizada e nem vire um comitê eleitoral. A investigação não vai ter feita no mercado, isso é terrorismo de quem não quer ser investigado. Se a moda pega, nada mais vais ser investigado - disse o senador Sérgio Guerra.
Guerra afirmou também que a oposição está consciente que o governo vai trabalhar rápido para a retirada das assinaturas.
- Daqui a duas horas essa mobilização vai começar a aparecer. Estamos cumprindo o papel em defesa da Petrobras - afirmou.
Já o petista João Pedro tentou argumentar que qualquer defesa deveria ser considerada legítima
- Se é legítimo assinar porque não retirar a assinatura - disse.
O senador Arthur Virgilio lembrou o episódio da véspera, quando tentou abrir a sessão da Casa. Ele criticou a postura da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), segunda-vice presidente do Senado, que foi chamada às pressas para encerrar a sessão plenária
- Ontem sentei nesta cadeira (de presidente). Foi a primeira vez que fui um golpista. Deu errado porque eu não tinha tropa para garantir meu golpe. Nesta casa, ouvi dizer que podem me levar ao Conselho de Ética, quase me sufoco de tanto rir, seria a suprema ironia, mas iria apresentar uma longa lista de testemunhas a começar pelo presidente Sarney - afirmou o líder tucano.


Em nota, divulgada no final da tarde de sexta-feira dia 15 , o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), e o líder tucano, senador Arthur Virgílio (AM), classificaram como " resquícios autoritários" a declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que a atitude do partido em criar a CPI da Petrobras é irresponsável e antipatriota. Confira a íntegra da nota:




''Sobre os comentários do Presidente da República em relação ao PSDB e a CPI da Petrobras, o partido responde:


1- irresponsável são as diretorias "severinas" de furar poço;
2- irresponsável é lotear cargos;
3- irresponsável é a obsessão de setores não republicanos e estranhos a Petrobras por espaços na empresa;
4- irresponsável é não fiscalizar a Petrobras;
5- irresponsável é não aprender a lição de que, cada vez mais, as grandes organizações empresariais caminham no sentido da máxima transparência;
6- irresponsável é não termos regulação adequada, como mostra a raiz da recente crise econômica mundial que chegou ao Brasil.
Ao contrário, será o PSDB, que não fará uma CPI contra a Petrobras. Junto com o Senado, o PSDB quer contribuir com essa empresa que é de todos os brasileiros.
As declarações do Presidente Lula demonstram o tipo de diálogo oferecido: quando tudo não sai como o governo quer, voltam os resquícios autoritários.
Quem coloca sua própria ética em dúvida inventa pretextos para não ser investigado.


Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB Arthur Virgílio, líder da bancada no Senado.


Brasília, 15 de maio de 2009''

terça-feira, 24 de março de 2009






O PSDB lidera no Brasil!!!

O governador de São Paulo,
José Serra (PSDB)

lidera em todos os cenários de sucessão presidencial para 2010,
segundo pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Datafolha,
com taxas que variam entre 41% e 47%. A ministra da Casa Civil,
Dilma Rousseff, subiu de 3 a 4 pontos porcentuais, dependendo da situação,
em relação à última pesquisa, realizada em novembro. Ao mesmo tempo,
a pesquisa revelou queda de cinco pontos porcentuais na aprovação do governo Lula,
a primeira do segundo mandato, diante do agravamento da crise .

Num primeiro cenário, apareceriam como candidatos Serra, com 41% das intenções de
voto; Dilma, com 11%; o deputado federal Ciro Gomes (PSB), com 16%; e a
ex-senadora Heloísa Helena (PSol), com 11%, três a menos que na pesquisa anterior.
No mesmo levantamento feito há um ano, Dilma tinha apenas 3% das intenções de voto.

Em um cenário em que Serra e Dilma polarizariam a campanha, com Heloísa Helena como a
terceira candidata, o governador paulista permaneceu com 47% das intenções de voto.
A ministra Dilma subiu três pontos e chegou aos 13%, enquanto a senadora do PSol oscilou
entre 17% e 15%, o que configura empate técnico entre as duas.
(Agência O Globo)


quinta-feira, 19 de março de 2009


VOCÊ NÃO PODE PERDER !!!


Prezados Amigos,
A Juventude do PSDB está promovendo o curso "Gestão Pública Municipal e Processo Legislativo. Segue cartaz do curso em anexo com todas as informações. As vagas são limitadas porque o foco principal do curso são os vereadores que foram eleitos que tem até 30 (trinta) anos mas é uma excelente oportunidade de qualificação para nossos militantes e amigos. Quem quiser se insrever é só responder este mail com seus dados pessoais ou entrar em contato pelo
telefone 0**62-8168.3200.
Dia do curso: 03 e 04 de abril.
Horário: Dia 03 das 18h às 22h e dia 04 das 08h às 22h, com horário de almoço.
Local: Auditório do Conselho Regional de Contabilidade.
HAVERÁ CERTIFICADO FORNECIDO PELA ATAME CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO.
Abraços tucanos,
Leonardo Felipe - Vice Presidente Nacional da JPSDB .
Apoena França - Presidente JPSDB Goiás .

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009


Aécio prega união, mas insiste nas prévias para 2010




Os dois presidenciáveis do PSDB para as eleições de 2010 estiveram hoje a menos de 100 quilômetros de distância um do outro, no Estado de São Paulo, mas não se cruzaram. O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, veio de Belo Horizonte para uma visita de pouco mais de uma hora ao vice-presidente, José de Alencar, que se recupera de uma cirurgia de alta complexidade em seu apartamento na capital paulista. Já o governador de São Paulo, José Serra, passou a tarde no interior do Estado, na inauguração de uma fábrica. Aécio se esforçou em pregar a unidade no ninho tucano, mas voltou a insistir na realização de prévias e a refutar uma chapa tucana puro-sangue.
Segundo o governador mineiro, a reunião entre os dois só deve acontecer após o feriado de carnaval, na capital. O mineiro chegou a afirmar que Serra topou acompanhá-lo em uma turnê pelo País ainda no primeiro semestre para divulgar, nos finais de semana, o "projeto pós-Lula" do PSDB. Apesar do discurso de coesão com o governador paulista, Aécio considerou: "Alguns veem as prévias como instrumentos de desagregação partidária, outros, como eu, como extraordinária oportunidade de modernização do partido."
Ele falou ainda da necessidade de o PSDB se desvencilhar da tradição centralizadora ao escolher candidatos. "Tivemos duas experiências pouco positivas", disse, lembrando as últimas eleições presidenciais, das quais o PSDB saiu derrotado depois de disputas internas entre Serra e o ex-governador Geraldo Alckmin. Aécio minimizou o fato de ter uma vantagem menor do que Serra nas pesquisas de intenção de voto em relação à virtual candidata do PT à presidência, a ministra Dilma Rousseff.
"A candidatura do PSDB será aquela que apresentar maior capacidade não de vencer indicadores de pesquisa, mas de aglutinar forças políticas para a vitória." Questionado se tinha mais condições de unir forças do que o governador paulista, tergiversou: "Não sei. Não tenho essa pretensão. Não podemos achar que indicadores de pesquisas nos garantem sucesso lá adiante." E arrematou: "Temos chances reais de vitória, mas não devemos nos acomodar."
Saúde
A visita de Aécio a Alencar, que luta contra um câncer há 12 anos, durou 1h20. No apartamento da família do vice-presidente, na zona sul de São Paulo, os dois mineiros tomaram café preto e falaram sobre sua terra natal. "Falamos das histórias de Minas Gerais e acabamos cantando modas de viola de Montes Claros", contou Aécio. "Foi uma conversa muito mineira."
Sobre os rumos da política nacional, Aécio afirmou que os conterrâneos não falaram. "Ele não me deu conselhos nem eu pediria isso a ele", disse o governador. "Por mais que estejamos em palanques diferentes, ele é torcedor das coisas de Minas Gerais."
Sorrindo e acenando para os repórteres, Alencar, de 77 anos, apareceu na varanda em pé ao lado de Aécio ao final da visita. O governador mineiro contou que Alencar está bem-humorado e confiante na recuperação. "Alencar tem dado um exemplo de franqueza e transparência a respeito dos problemas de saúde que vive, algo raro entre políticos."
Fonte: Agencia Estado - Carolina Freitas

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Fernando Cunha explica!!! O por quê, que a Base Alida tem que permanecer unida...

O chapão de 2002




A propósito de notícias divulgadas na semana passada pelo Giro de que grupos dos diversos partidos da base aliada estariam se organizando para lançar chapa isolada para as eleições de 2010, me vem à mente as eleições de 2002, quando a mesma hipótese foi levantada. Havia a possibilidade de 3 grupos: 1 do PP, outro do DEM, e outro do PSDB. Todos, com outros partidos aliados.Defendi a tese, com número e informações, de que a fórmula matemática que define a distribuição da chapa proporcional priorizou a chapa mais forte de maneira tal a fazer com que esta eleja mais deputados ou vereador do que a simples divisão proporcional.Depois de conversar com as lideranças dos diversos partidos aliados, inclusive com o governador Marconi e dr. Alcides, deputado Balestra, deputado Ronaldo Caiado, deputado Wilmar Rocha, marcamos uma reunião, que aconteceu em minha residência. A reunião durou de 20 horas à 1h30, mas foi extremamente proveitosa. Presentes: Dr. Alcides e Balestra pelo PP; Ronaldo Caiado e Wilmar Rocha pelo (então) PFL; e Prof. Jonas e eu pelo PSDB.Naquela noite extremamente agradável e, numa conversa de adultos politicamente e pés no chão, chegamos à conclusão de que deveríamos lançar uma superchapa para deputado federal e estadual da base aliada. O governador Marconi aprovou a decisão e o resultado foi o melhor possível.Em 98 havíamos eleito pelos diversos partidos aliados 5 deputados federais dos 17 da bancada:
Ronaldo Caiado, com 100.446 votos;
Lucia Vânia, com 69.716 votos;
Jovair Arantes, com 56.422 votos;
Roberto Balestra, com 51.514 votos;
Vilmar Rocha, com 41.710 votos;
e 11 estaduais:
1 - Sebastião Tejota, com 20.008 votos;
2 - Pastor Benedito Lopes Marinho, com 19.865 votos;
3 - Tião Caroço, com 19.405 votos;
4 - Luiz Moura, com 18.862 votos;
5 - Dr. Célio Silveira, com 16.306 votos;
6 - Nédio Leite, com 2.262 votos;
7 - Honor Cruvinel, com 14.816 votos;
8 - Lila Spadone, com 12.197 votos;
9 - Jales Fontoura, com 17.465 votos;
10 - Prof. José Luciano, com 11.940 votos;
11 - Samuel Almeida, com 11.908 votos.
Com a formação do chapão em 2002, passam de 5 para 11 deputados federais. Foram eleitos:
1 - Henrique Meirelles (183.046 votos);
2 - Sandro Scodro (Mabel) (147.387 votos);
3 - Raquel Teixeira (126.854 votos);
4 - Sandes Júnior (126.777 votos);
5 - Ronaldo Caiado (114.728 votos);
6 - Jovair Arantes (98.784 votos);
7 - Roberto Balestra (76.851 votos);
8 - Wilmar Rocha (70.497 votos);
9 - Carlos Alberto da Silva (67.586 votos);
10 - Leonardo Vilela (63.715 votos);
11 - João Campos de Araújo (61.323 votos);
E os deputados estaduais passaram de 11 para 25:
1 - Célio Antônio da Silveira (48.185 votos);
2- Sebastião Tejota (40.249 votos);
3 - Laudeni Lemes (35.784 votos);
4 - Honor Cruvinel (34.682 votos);
5 - Ozair José da Silva (30.354 votos);
6 - Nédio Leite de Assunção (29.565 votos);
7 - Ernesto Guimarães Roller (29.464 votos);
8 - Walter Inácio do Nascimento (28.903 votos);
9 - Raquel Mendes Vieira Rodrigues (28.447 votos);
10 - Francisco Gomes de Abreu (27.844 votos);
11 - Nilo Sérgio de Resende Neto (27.380 votos);
12 - Samuel Guilsimar de Almeida (25.047 votos);
13 - Flávia Morais (23.842 votos);
14 - Jardel Sebba (23.711 votos);
15 - Daniel Messac de Morais (23.509 votos);
16 - Welington José de Camargo (23.249 votos);
17 - Carla Cíntia Santillo (22.002 votos);
18 - Kennedy de Sousa Trindade (20.845 votos);
19 - Helder Valin Barbosa (20.334 votos);
20 - Daniel Augusto Goulart (19.472 votos);
21 - Aloísio Moreira dos Santos (19.470 votos);
22 - Marco Antônio Ferreira (19.043 votos);
23 - Abdul Sebba (14.880 votos);
24 - Heleandro Ferreira de Sena (12.847 votos);
25 - Misael Pereira de Oliveira (11.220 votos);
Nessa mesma eleição, Leonardo Vilela foi eleito deputado federal com 63.715 votos e João Campos, com 61.323, e Aldo Arantes, com 66.247 votos perdeu a eleição.Na eleição de 2006, o PFL, que se transformou em DEM, resolveu fazer carreira solo. Chapa própria. E o resultado foi que o partido que havia eleito 3 deputados em 2002 (Ronaldo, Wilmar e Sandro Mabel) com apenas 322.912 votos (para um cociente eleitoral de aproximadamente 200 mil votos), elegeu apenas Ronaldo Caiado, sendo que Wilmar, com 73.029, perdeu e Pedro Wilson, com 49.949, ganhou. Se fosse mantido o chapão em sua integralidade anterior, Wilmar Rocha teria sido eleito (73.029 votos) no lugar de Pedro Wilson (49.949 votos).O PP, com mais juízo, prevaleceu coligado na chapa aliada. Elegeu Roberto Balestra (102.129 votos) e Sandes Júnior (93.168 votos), ficando Leonardo Velozo como primeiro-suplente.Se tivesse feito carreira solo, possivelmente teria eleito apenas um deputado (o cociente eleitoral foi de mais de 200 mil votos).Por isso voltamos à tese: a desunião só prejudica os candidatos. Os exemplos de 2002 e 2006 demonstram isso.
Fernando Cunha é secretário de Governo. Escrito no Diário da Manhã.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Pref. de Quirinópolis
Gilmar Alves do PMDB, vai ser julgado pelo Ministério Público Federal por captação ilicita de votos....












Recurso eleitoral sobre as últimas eleições em Quirinópolis interposto por Odair Resende(DEM) deve ser julgado logo pelo Juiz Federal Euler Almeida. Nele, o Prefeito atual Gilmar Alves(PMDB), reeleito, está sendo acusado de captação ilícita de votos e abuso do poder econômico consistindo em pagamento de boleto do INSS, outorga de título definitivo de imóvel, doação de lotes, entrega de materiais de construção, entrega de cestas básicas, requisição de consultas, pagamento de conserto de moto e pagamento de eleitores para não comparecerem na eleição. Se condenado, sobem os autos para o TSE e poderá haver outra eleição. Gilmar Alves é irmão da ex-deputada federal Neyde Aparecida, titula da pasta do Sedem em Goiânia.







tirado de: http://www.faxinageral.blog-se.com.br

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009


Por que o Governo quis tanto a CPMF?



A Senadora Lúcia Vânia responde para você...



O Senado Federal decidiu o destino de um tributo que nasceu como contribuição provisória e, ao longo de sua trajetória desviou-se de seu objetivo e tornou-se nefasto ao interesse nacional. Refiro-me à CPMF.Criada em 1993, para reforçar o caixa da saúde pública, tem sido utilizada, nos últimos anos, de maneira diversa e questionável, destinada em regra ao pagamento de juros ao sistema financeiro.Mas nem a saúde pública beneficia-se mais de sua arrecadação, nem sua provisoriedade está sendo acatada pelo Estado, que insiste em mantê-la – e não esconde mesmo o desejo de torná-la permanente. Definitiva.Prova disso é a afirmação feita pelo presidente Lula, de que “ninguém governa o Brasil sem a CPMF”. E acrescenta que quem diz o contrário “quer simplesmente inviabilizar o país”. A afirmação do presidente esconde, na verdade, a verdadeira e necessária discussão que deve ser travada: a gastança estatal, o avassalador aumento das despesas do governo federal, desde a posse do atual presidente.Para se ter uma idéia do que isso representa, basta dizer que o crescimento dos gastos do governo em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2003 até agora, aumentou o correspondente a duas CPMFs!Em números, os gastos estatais, que, em 2003, eram de R$ 396 bilhões, devem chegar ao final deste ano a R$ 468 bilhões – o que representa acréscimo nominal de R$ 72 bilhões.E mais: esta “contribuição compulsória” é um tributo socialmente injusto – pois cobra o mesmo percentual de 0,38% de ricos e pobres, além de ser contraproducente do ponto de vista econômico. Atinge cumulativamente todas as etapas da produção de um mesmo bem, encarecendo o seu preço final e prejudicando, como é óbvio, os consumidores de menor poder aquisitivo.Além disso, vem provocando impacto crescente sobre o Produto Interno Bruto. Quando surgiu, em 1993, representava o equivalente a 0,74% do PIB. Em 2006, essa investida já equivale a quase o dobro: 1,38% do PIB. Em uma economia em que as margens de lucro tendem a declinar - decorrência da competição global, que exige investimentos crescentes em tecnologia para aumentar a produtividade - o que parece pouco não é. O que gera a ingovernabilidade a que se refere o presidente Lula, é, isto sim, a escala crescente de gastos estatais, bem acima da renda do país. Segundo previsões do próprio Ministério do Planejamento, a máquina estatal consumirá este ano nada menos que 18,6% do PIB – e esse cálculo parte da premissa de que o PIB crescerá 4,7%, algo a se confirmar ainda.Para o presidente Lula, ao criticar a CPMF a oposição está apenas “cumprindo um papel”, como ele fazia quando não era governo.Mas nós, do PSDB, pensamos e agimos diferente do partido do presidente Lula. Não fazemos oposição ao país. Sabemos bem separar interesse público de interesse dos governantes. Freqüentemente, esses interesses divergem. E cabe à oposição identificar esses momentos, denunciá-los e combatê-los. É o que faço agora, ao afirmar que não podemos aceitar mais uma prorrogação da CPMF, sem que a proposta governamental esteja vinculada a um compromisso consistente e público de redução substantiva dos gastos da máquina estatal. Já denunciei o expressivo aumento de gastos do governo federal com os cartões corporativos. Informei que o governo Lula acabara de bater seu próprio recorde com esse quesito. Havia gasto ao longo de todo o ano passado a cifra de R$ 33 milhões – e apenas nos oito meses iniciais deste ano já gastara quase o dobro: R$ 54,4 milhões, segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). Outro gasto emblemático refere-se à criação de cargos comissionados. Em recente nota (de nº 304/07), o Ministério do Planejamento dá ciência de que o número desses cargos, neste segundo mandato do presidente Lula, cresceu 7,6 vezes em relação ao primeiro mandato. O número médio mensal de postos criados saltou de 23,8 no primeiro mandato para 179,7, até julho de 2007 – aumento de mais de sete vezes. Somados os dois mandatos, o governo Lula bateu um recorde administrativo: ostenta nada menos que 22 mil e 345 cargos comissionados. No início da década de 90, o contribuinte brasileiro entregava ao Estado R$25,00 de cada R$100,00 que produzia. Hoje, essa proporção subiu para R$39,00 - e, a julgar pela espiral de gastos do governo Lula, a tendência é que continue a crescer.Se acatarmos passivamente cada investida fiscal do governo, estaremos sinalizando para que a gastança prossiga. E estaremos, assim, contribuindo para a degradação dos serviços públicos, na contramão dos mais essenciais interesses da cidadania.



Lúcia Vânia é Senadora do PSDB-GO e jornalista.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Em BOM JARDIM DE GOIÁS:
PREFEITO BARÉ COMEÇA RECUPERAR A CIDADE.
Tapa-buraco e limpeza pública são as primeiras ações de trabalho do prefeito Cleudes Baré, de Bom Jardim de Goiás. Baré recebeu apenas uma chave da prefeitura das mãos de um ex-secretário, e recebeu ainda o município com as contas desequilibradas. Para se ter uma idéia, tem funcionários que não receberam o salário de novembro. Com 11 dias frente a da administração, o prefeito Baré ainda busca conhecer a realidade econômica da prefeitura já que não teve acesso às informações no período de transição. Outra informação é que um computador que centralizava informações importantes da prefeitura desapareceu misteriosamente... No próximo dia 6, o prefeito se reúne com pequenos produtores rurais para discutir ações na Zona Rural que, igual a urbana está abandonada com relação às ações administrativas.

Fonte : BRASIL LOCAL

Deputado Honor Cruvinel, reeleito como 1º vice-presidente mais uma vez.




O Deputado Honor Cruvinel, reeleito como 1º vice-presidente, permanece na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa durante o biênio 2009/2010. É a segunda oportunidade em que ocupa a função. Honor Cruvinel é médico especializado em Urologia. Em Goiânia, iniciou sua trajetória política em 1992, quando se candidatou e foi eleito vereador pelo PSDB. Reeleito em 1996, nas duas ocasiões foi o mais votado na base tucana. Também, ocupou o cargo de presidente do Diretório Municipal do PSDB, em Goiânia.Serviu a administração do então governador Henrique Santillo, ocupando cargos importantes na área de Saúde, como superintendente e diretor do Hospital Geral de Goiânia. Foi eleito deputado estadual em 1998, junto com Marconi Perillo, eleito governador. Nessa gestão ocupou a direção da Secretaria de Cidadania e Trabalho e consolidou a implantação do Programa Renda Cidadã. Também foi eficiente na capacitação profissional de mais de 200 mil trabalhadores, propiciando acesso gratuito cursos de formação e qualificação, fato que contribuiu para a melhor empregabilidade nas principais cidades do Estado.Em 2002, assegurou sua re-eleição com votação em 237 cidades goianas. Novamente convidado pelo também re-eleito governador Marconi Perillo, assumiu o gerenciamento da Secretaria Geral da Governadoria, função que deixou para retornar à Assembleia Legislativa e assumir na Casa a liderança do Governo. Em 2006 foi re-eleito deputado estadual e em fevereiro de 2007 passou a integrar a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa como 1º vice-presidente. Em 2008, foi re-eleito para o cargo de 1º vice-presidente da Mesa Diretora do biênio 2009/2010.